Paróquia Santuário Santa Edwiges

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Lembranças do Show Beneficente de Francis Lopes

Paróquia Santuário Santa Edwiges

Endereço: Estr. das Lágrimas, 910 – Sacomã, São Paulo

SP, 04232-000 Telefone: (11) 2274-2853

Dirigida por Padre Paulo Ano 2012

Show com Forrozeiro Francis Lopes natural do estado do Piauí

Confira Acesse Francis Lopes

familiaLopes

Francis Lopes, piauiense de Santo Inácio do Piauí-PI, nasceu dia 07 de agosto, na localidade Patos, hoje pertence ao município de Floresta do Piauí-PI. É filho de seu Pedro Lopes e dona Mariana e é o quinto filho de uma família de nove irmãos.

Em 1981, seus pais mudaram-se para a cidade de Simplício Mendes-PI com toda família, onde moram até hoje. Tem mais dois irmãos conhecidos no estado do Piauí: Zé Lopes, ex-Prefeito da cidade de Simplício Mendes-PI, com dois mandatos e Avelar Lopes, eleito prefeito da cidade de Floresta do Piauí-PI, em 7 de outubro de 2012. Em 1986 Começou sua trajetória musical em Simplício Mendes participando de shows de calouros. Em 1987 foi morar em Floriano-PI para continuar o 2º grau, coincidentemente na sede da banda “Sementes do Amanhã” era tudo que ele queria estar num lugar onde tivesse música.

Francis começou a fazer suas próprias canções e a convite do amigo empresário “Carlão Promoções”, de Simplício Mendes, resolveu voltar e fazer shows com essas canções. Ganhou destaque nas cidades vizinhas e despertou o sonho de gravar um Disco. Em 1988 foi morar em Teresina-PI para concluir o colegial e o curso técnico em contabilidade. Em 1989, depois de percorrer todas as cidades visinhas com seu pai, Pedro Lopes, fazendo rifas e bingos de animais que ganhava dos amigos, gravou seu primeiro Tape em Fortaleza-CE.

No início de 1990 rumou-se para São Paulo em busca da realização do seu sonho de gravar um Disco. Veio pra casa do amigo Lúcio Flávio na Vila Califórnia. Passou por várias dificuldades e terminou trabalhando numa padaria e logo depois numa loja de confecções no Largo da Concórdia no bairro do Brás. O dono da loja, um conterrâneo chamado Javan, lhe emprestou uma parte da grana e ele conseguiu gravar seu 1º Disco. Com o LP em mãos, ele falou pros amigos que daquele dia em diante não trabalharia pra mais ninguém e retornou à sua terra natal.

Em 1993 gravou seu 2º LP e veio à São Paulo para gravar o Programa do Bolinha e conheceu a casa de shows Olympia e jurou para si mesmo que um dia ainda cantaria naquela casa e se apresentaria no Domingão do Faustão. Sempre imbuído em tornar-se um cantor de sucesso, viu que era muito difícil conduzir sua carreira em São Paulo e mais uma vez retornou ao seu estado. Em 1996, gravou seu 3º LP, mais tarde lançado em também em CD Só no início de 1998, devido às dificuldades de sobrevivência através da música em seu estado, Francis decide de vez morar em São Paulo. Gravou seu CD vol. 04 Intitulado “O garotinho quente do forró”com a música “Lamento de um Nordestino” de sua autoria. O hit’s começou a cair no gosto popular e seu trabalho despertou à atenção das gravadoras, empresários e donos de casas de shows. Logo em seguida a mesma foi regravada pelo cantor Zé Ramalho, causando assim, uma repercussão muito boa para sua carreira.

No final de 1999, escreve uma carta para seus pais relatando as dificuldades na terra da garoa, em seguida musicou-a e inseriu no seu CD volume 5, “O garotinho quente do forró II” que lhe rendeu vendagem acima de 200 mil cópias. De lá pra cá, Francis sempre grava um CD a cada ano e todos vendem a cima de 100 mil cópias. No dia 20 de setembro de 2004, ele resolveu desafiar seus próprios limites e levar o público do forró numa das casas de shows mais conceituadas da América Latina, o Olympia, até então freqüentada mais pela classe média alta de São Paulo. Alugou-a em plena segunda feira e investiu alto na realização de um dos seus sonhos. Resultado: Sucesso garantido. A casa registrou recorde de público em shows do gênero. Na oportunidade, gravou seu 1º DVD e CD vol. 11, os quais lhe renderam CD e DVD de OURO.

O cantor está sempre buscando novidades e fazendo trabalhos extras. Em 2002 lançou um CD ACÚSTICO, em 2005 um TECNO BREGA, em 2006 um ESPECIAL PARA AS MÃES e em 2008 um de FORRÓ E VAQUEJADA, com participação especial do fenômeno, Galego Aboiador, o mais famoso aboiador do Brasil. O sucesso foi tanto no nordeste que é rotulado às vezes como o “Rei das vaquejadas”. ritmo que vem tomando conta do país, inclusive, já chegou a São Paulo. Devido o sucesso com músicas de vaquejadas, o cantor foi convidado para participar do filme, “Vidas Opostas”, do cineasta “Thico Almeida”, filme que retrata a vida do vaqueiro nordestino sofredor.

Seus principais sucessos são: “A carta” e “Lamento de um Nordestino”, ambos de sua autoria. Músicas que falam da dor e da saudade que sente da família. sempre que canta, as pessoas se emocionam e choram relembrando seus familiares e sua terra natal. Tem como principal base em sua carreira, a família além de se destacar com suas próprias composições, tem músicas gravadas por vários artistas do Brasil e até internacional, entre eles: Zé Ramalho, Frank Aguiar, Acácio, Sandro Lúcio, Paulynho Paixão, Marcelo Dantas e uma das cantoras mais famosas em Portugal e em grande parte da América Latina, Ana Malhoa. Em parceria com Paulynho Paixão, tem músicas gravadas por: Guilherme e Santiago, Calcinha Preta, Aviões do Forró, Areio de Ouro, Grupo Capa de Revista, o próprio Paulynho Paixão e vários outros artistas, inclusive, quase todos seus grandes sucessos, são de sua autoria, motivo este, pelo qual é respeitado entre seus colegas de trabalho e conterrâneos.

A música “Lamento de um Nordestino” já teve mais de 50 regravações e também é trilha sonora do filme do Frank Aguiar, “sonhos de um sonhador”, filme que retrata a sua história. É caracterizado pela sua humildade e considerado pelo pessoal do seu meio como um dos artistas mais populares do gênero. Atende todos os fãs antes e depois dos shows, chegando a passar mais de 4h atendendo depois de suas apresentações, motivo este, ao qual, o próprio cantor atribui, mais de 10 anos de sucesso em São Paulo. Todo dia 7 de cada mês, o cantor atende seus fãs pelo telefone (11) 4226-4018 das 10h às 18h. o sistema é conhecido como: LINHA DIRETA COM FRANCIS LOPES. o fã liga e ele atende.

Há 15 anos mora em São Caetano do Sul- SP e a mais de 10 anos é o campeão de shows na Grande São Paulo com mais de 25 shows por mês. Hoje conta com sua própria estrutura de escritório de shows, studio de gravação, editora musical e a sede de um fã clube central que tem aproximadamente 30 mil pessoas de carteirinhas personalizadas, tornando assim, um dos cantores mais requisitados pra apoiar políticos em épocas de eleições. Conta também com ônibus próprio para fazer seus shows, uma carreta de som no nordeste, um mini-trio e vários carros envelopados com a sua marca, divulgando seu trabalho em grande parte do Brasil.

Atribui o seu sucesso, à sua família, que lhe dá muita força desde o início da carreira, em especial ao seu irmão Pedro Filho Lopes que hoje mora em São Paulo e administra tudo, encarando com seriedade, muito trabalho e acima de tudo, muito respeito às pessoas, as quais se relaciona.. Acompanha pessoalmente suas comunidades e perfils na internet e responde e-mails enviados pelos fãs através de seu site oficial.

São 20 anos de carreira, 23 CD’s gravados e 5 DVD’s lançados, vários discos de Ouro e de Platina, mais de 3 milhões de discos vendidos, faz em média 25 shows por mês. Para 2013 Está lançando seu 5º DVD e CD vol.19, intitulado “Show de despedida da dançarina Erisvânia”, ainda conta com a participação especial da dançarina Carioca, Josy Queiroz, em uma das principais faixas, “Eu não sou avião mas vou te levar pro céu” e a presença marcante dos seus pais Pedro Lopes e Dona Mariana com é de praxe em todos os seus DVDs.

O Projeto trás uma batida bem dançante, como é de praxe nos trabalhos do Garotinho, a balada romântica “Deus protege esse amor”, de Nivardo paz, Robinho e Antônio Leite, a música “Cada prédio em São Paulo construído tem o sal do suor do nordestino” em parceria com Sebastião Marinho e Andorinha, e várias composições de sua autoria e em parceria com seus velhos parceiros, Cléu Cleyton e Paulynho Paixão, Ainda conta também com a parceria dos novatos Iran Lucas, na Música “Caipira assumido” e João balai na Música “João Balai” e para rechear mais ainda o trabalho, Francis Lopes regravou “Mudar pra que? E “Ponto final”, duas músicas de uma das duplas mais conhecidas do Nordeste, Os Nonatos. “Tou apostando muito neste novo trabalho, fizemos o máximo para sair bem ao gosto popular e na pegada que tá assolando o Brasil no momento, mas estou muito empolgado mesmo é com a música “Deus protege esse amor”, que tá entrando direto nos corações das pessoas que a ouvem”, comentou Francis Lopes.

Pe. Paulo Siebeneichler Paroquial e Casa Religiosa

No dia 03 de agosto, o pároco e reitor do Santuário Santa Edwiges, Pe  Paulo Siebeneichler foi empossado em mais uma nova função. Ele agora é o reitor da Casa Paroquial do Santuário, onde moram os vigários paróquias, Pe Paulo Sérgio e Pe Roberto Palloto, e da Casa Religiosa, Pe Pedro Magnone, onde os freis e religiosos oblatos realizam a etapa final de sua formação, cursando a faculdade de teologia e preparando-se para o sacerdócio. Ele tem a função da animação da vida Religiosa, sendo o responsável pelo zelo e funcionalidade de ambos, sempre em comunhão com o seu provincial e superior geral.

A missa de posse foi presidida pelo superior provincial da Congregação dos Oblatos de São José, Pe Antonio Ramos de Moura Neto e com os demais confrades do Santuário Santa Edwiges.

Que com a benção de Deus e intercessão de Santa Edwiges, o Pe Paulo possa continuar a dizer os seus “SIM´s”, pela obra do Senhor e pela Igreja de Jesus Cristo.

Pe. Paulo Paulo deixe saudades, nesse mês de Janeiro de 2018

sua despedida foi de grande emoção, Santuário Santa Edwiges aplaudiu de pé sua última missa no Santuário, agora segue sua missão em outro estado do Brasil,  no estado do Paraná.

Nossa história, quem a faz?

Chegamos ao fim de uma série de artigos que tomados por base as anotações dos livros tombos, nos forneceram preciosas indicações dos momentos que nossa paróquia pode viver. Aqui referendamos o início do paroquiato de Pe. Paulo Siebeneichler nosso atual Pároco e Reitor. Por último, somos convidados a pensar para frente com a proposição da seguinte pergunta: Nossa história, quem faz?

Em muitos dos artigos aqui publicados sobre os 50 anos de nossa Paróquia Santa Edwiges, uma das coisas que pode ser mais evidenciada foi a visão de conjunto dos nossos párocos na direção pastoral de nossa comunidade paroquial. Notamos que nossos pastores não optaram por guiar sozinhos o caminho do anúncio de Jesus Cristo, afinal nossos padres em muitos ambientes não conseguiam chegar, contando assim com o interminável apoio de nós leigos, católicos não ordenados.

A história de nossos 50 anos de comunidade (a ser comemorados com grande entusiasmo no dia 21 de abril) nos convida a renovar a nossa adesão de inteligência e de vontade ao serviço de Deus e aos irmãos e irmãs em Cristo. Há algum tempo atrás pensávamos que sempre é preciso renovar os ambientes, fazendo com que pessoas que em muitas ocasiões serviram a comunidade já poderiam deixar suas funções. Nada mais errado. No serviço do Reino não é necessário afastar-se, mas constantemente voltar à novidade que é Cristo.

 

Pe. Paulo é oriundo do Rio Grande do Sul, mas por muito tempo fixou raízes familiares no estado do Paraná. Na cidade de Três Barras do Paraná junto de seus íntimos, pode experienciar Deus na ação concreta da história. Pela simplicidade familiar e intensa vida cristã é que o nosso novo pastor paroquial buscava as fontes de uma melhor ajuda ao Povo de Deus. Tendo entrado para a Congregação dos Oblatos de São José, o jovem Paulo pode então enveredar pelos caminhos da vocação, mergulhando profundamente nas vivências que a vida religiosa requer: vida de comunidade, união com Deus no escondimento e no trabalho, na dedicação dos interesses de Jesus, assim como queria São José Marello.

As incursões no mundo intelectual foram assimiladas por Pe. Paulo nos cursos de Filosofia e Teologia, áreas estas que habilitam o candidato à vida sacedotal. Durante 4 anos é que o Frei Paulo na época conheceu a estrutura do Santuário Santa Edwiges, sendo o assessor da Catequese e da Infância Missionária. Isto ocorreu por volta dos anos 1998 até 2001. Em 3 de novembro de 2001 recebeu a ordenação presbiteral pelas mãos de Dom Armando Círio, OSJ Arcebispo emérito da Diocese de Cascavel. Posteriormente fora designado a atuar na frente missionária do Mato Grosso, como vigário paroquial naquelas terras de missão, fazendo divisa com o estado do Amazonas. Após o período de serviço no Mato Grosso, Pe. Paulo transferiu-se para Curitiba-PR, a fim de exercer a função de formador de seminaristas estudantes de filosofia, cargo este que desempenhou por um ano.

No ano de 2008 depois das experiências missionárias e formativas pela Congregação dos Oblatos de São José, foi encarregado como vigário paroquial de nossa comunidade. Consciente de que deveria estar à disposição do então pároco-reitor da situação, Pe. Devanil Ferreira, naquilo que a direção pastoral da comunidade requeria Pe. Paulo pode então somar forças para que o desenvolvimento paroquial e de um santuário promoveria.  Uma das atuações de frente que Pe. Paulo pode levar com mais afinco foi a Pastoral Missionária, já que ele é o assessor dos Oblatos de São José nesta circunstância. Ora, o trabalho foi de continuidade e novos desafios já que Pe. Neto, atual provincial da congregação, foi quem redefiniu as incursões da Pastoral Missionária da paróquia.

Para não ficarmos só no contexto da missão que por si só é uma bela referência, é preciso ressaltar um dos grandes trabalhos de Pe. Paulo em nossa comunidade ainda em 2008, ano de sua chegada aqui. A assembleia paroquial daquele ano foi muito bem elaborada por ele principalmente na atitude de rever a história do povo que compõe a nossa realidade, ou seja, os bairros de Sacomã e Heliópolis.

Com muita perspicácia e vontade de interesse, Pe. Paulo, juntamente com uma assessoria leiga e também com o moderador daquele assembleia paroquial, Pe. Neto, fez os cruzamentos de dados e das fontes vivas, percebendo que a realidade cultural mudou, como também mudaram os processos de incursão na educação, na realidade trabalhista e até mesmo na apresentação da realidade divina no acontecimento histórico da sociedade.

É com esta percepção das vivências em que está mergulhado a parcela do Povo de Deus na Arquidiocese de São Paulo, em nosso bairros de Heliópolis (a cidade do Sol) e Sacomã é que Pe. Paulo assumiu a direção pastoral de nosso Santuário no dia 7 de fevereiro de 2010. Sim, ele agora nos guia como assim guiaram-nos, até a sua posse, seus sucessores, os padres já falecidos e que fazem sua Páscoa com Cristo e os que ainda desempenham o ministério em outras frentes pastorais.

A nova condução e empenho que esperamos que nosso novo pastor paroquial nos dê, é aquela que supere o que há muito já foram vividos, e que requer uma novidade. Que respeite o foi conquistado e vivido, como sinais de Deus na nossa história. Sim, de fato já superamos as estruturas habitacionais pobres, para algo mais digno – dos barracos para a alvenaria –, os jovens não tem mais o ensino médio como meta a ser conseguida para ingressar no mercado de trabalho, mas sim a realidade acadêmica da universidade espaço este da busca do saber a sua aplicação com moralidade e ética. Depois, o surgimento de múltiplas expressões de cultura que querem ter o seu espaço junto da Revelação da fé, como é o caso de muitos jovens e crianças nossas que ingressam nas áreas da música e artes cênicas.

Sim, agora a Paróquia Santa Edwiges conta com Pe. Paulo Siebneichler, que agora começa com novo ânimo, proposições e vontade. Tudo isso com inteligência e espírito no temor de Deus, um temor reverente e de serviço, é claro. Esperamos que nosso novo pároco e reitor seja realmente, aquele sacerdote repleto do espírito de Deus e da força exemplar de Jesus Cristo, possuidor do reto ensinamento católico, ou seja, universal, comunicando a mensagem de Deus aos povos, ao seu povo, povo de Santa Edwiges.

Finalizando este espaço, denominado “nossa história”, somos convidados a responder uma pergunta: Nossa história, quem a faz? Para responder esta interrogação não é bom usar de jargões e frases prontas. Às vezes, isso requer uma teoria e uma prática. É preciso antes ter uma visão de nós mesmos (contando com a singularidade de cada um), para depois termos uma visão do completo, uma visão do conjunto, uma visão de mundo.

Arrisco a dizer que quem faz a história são aqueles que a testemunham com os olhos, com os ouvidos, com a boca. É preciso considerar nisso a influência de Deus e a natureza da ação humana.

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