Mês: setembro 2023

Interior de São Paulo

Menina acha que etiqueta da roupa estava pinicando, mas mãe descobre picada de aranha

Menina acha que etiqueta da roupa estava pinicando, mas mãe descobre picada de aranha

A mãe ficou chocada quando descobriu que era uma picada e que a reação estava se espalhando intensa e rapidamente

Adalynn McDowel, 9 anos, estava se trocando pela manhã e sentiu algo que parecia um beliscão. “Por volta das 7h, ela estava tirando a camisola e sentiu uma pequena cutucada no braço, perto da região das axilas”, contou sua mãe, Jessica Calvillo, em entrevista à People. “Ela disse que queria doar a camisola porque tinha uma etiqueta que a estava cutucando”, lembra. Em seguida, a mãe deixou a filha na escola, como sempre fazia. Então, por volta do meio-dia, os sintomas começaram.

A menina teve complicações depois de levar uma picada de aranha — Foto: Reprodução/ People

Jessica descobriu que Adalynn estava sentindo “uma dor extrema no braço”. “Ela disse que parecia um raio atingindo sua axila e, então, começou a ter calafrios. A pele estava pálida e úmida e os lábios dela estavam roxos, ela estava tremendo. Ela não conseguia parar de tremer e estava meio curvada”, relata a mãe, que, rapidamente, levou a menina ao pronto-socorro.

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“Expliquei todos os sintomas e o que havia acontecido e que suspeitava que a cutucada em seu braço fosse, na verdade, uma picada de aranha, porque a aranha reclusa marrom é muito comum na área em que vivemos”, diz Jessica. “Eu expliquei isso às enfermeiras, que mal olharam para o braço da minha filha antes de dizer: ‘Ah, não, isso não é uma mordida, é apenas um beliscão'”, conta. Depois, a enfermeira disse que a febre da menina poderia ser causada por algum vírus, como o da covid-19. A mãe achava que ela estava errada.

“Minha irmã foi até lá e nós duas insistimos várias vezes com a médica que não era um beliscão. Esperamos e, quando ela voltou para nos dar alta, ela nos disse que a maioria dos resultados dos exames já tinha voltado, só faltava um, e que não havia necessidade de esperarmos”, diz Jessica. “Ela deu mais uma olhada no braço da minha filha e disse: ‘Parece um pouco vermelho, então, para você se sentir melhor, vou dar antibióticos'”, lembra.

A mãe não estava convencida e achou melhor levar a menina em outro lugar. “A médica não me deu nenhuma informação sobre o que procurar ou como lidar com isso. Isso me fez sentir que nossos medos, na opinião dela, não importavam”, relata.

Então, elas foram a outro hospital, mas, infelizmente, o atendimento não foi muito melhor que o outro. Jessica ficou desapontada ao ouvir, de novo, que não era nada e que a menina estava bem. “Isso meio que partiu meu coração”, diz. “Eu queria alguém para me ajudar e senti que ninguém se importava o suficiente. E minha filha de 9 anos percebeu isso também, o que meio que partiu meu coração”, desabafa.

Depois de insistirem nas informações sobre quais sinais observar caso fosse algo mais grave, mãe e filha acabaram indo para casa. Porém, em questão de horas, os sintomas de Adalynn pioraram. “Por volta das 5h da manhã seguinte, menos de 12 horas depois… Eu sabia que as coisas estavam graves. Ela não dormiu absolutamente nada. Tentei alternar analgésicos. Até dei melatonina para tentar ajudá-la a dormir, mas nada funcionava”, conta.

Quando Adalynn foi ao banheiro, ela se deparou com uma quantidade “aterrorizante” de sangue. “Ela deitava na cama, tentando dormir e rolava e me contava como estava doendo”, lembra Jessica. “Ela, definitivamente, sentia muita dor e sabia que havia algo errado”, diz a mãe. As duas voltaram ao hospital. Desta vez, os médicos confirmaram que a menina tinha sido picada por uma aranha marrom. “Eles nos disseram que ela precisava ser transferida para um hospital infantil para observação adicional”, conta Jessica, que é mãe de quatro filhos. “Eles tiveram que transferi-la para um local que ficava a duas horas de distância”, diz.

Jessica agradece a sua rede de apoio porque, só com ajuda, foi possível passar por aquele período terrível. “Quando dizem que é preciso uma aldeia, é verdade. O pai da minha filha e eu não estamos juntos. Ambos nos casamos novamente, mas nos damos muito bem e funcionamos na co-parentalidade. A esposa dele ajudou muito a cuidar do meu outro filho, que mora com a gente”, explica. “Foi muita gente da família entrando para fazer viagens extras e tirando folga do trabalho para cuidar das outras crianças. Realmente foi necessário que toda a família trabalhasse junta para chegar a um ponto em que fosse possível eu estar lá com Adalynn a cada minuto”, diz.

Jessica dá crédito aos médicos do hospital infantil por manterem as explicações simples, mas completas, para que ela e Adalynn se sentissem confortáveis ​​com tudo o que estava acontecendo. “Eles esperavam até ela dormir para discutir certas coisas, quando não queriam assustá-la”, diz ela. “Foi tudo uma reação à mordida, uma reação que menos de 1% das pessoas que levam uma mordida de uma aranha marrom experimentam, a maioria delas sendo crianças”, explica.

Adalynn acabou ficando seis dias no hospital, sob os cuidados de diversos profissionais médicos. “Ela tinha um cirurgião geral e um médico infectologista. Ela estava sob os cuidados de um cirurgião plástico, de hematologista, de cirurgião ortopédico e de um nefrologista, e precisou fazer transfusão de sangue por causa de uma anemia, que causou um colapso total de glóbulos vermelhos em seu corpo”, explica.

Adalynn também precisou usar uma tipoia por três dias, durante a recuperação, mantendo o braço apoiado sobre a cabeça. Isso porque suas extremidades não estavam recebendo sangue, por dificuldades de circulação. “A mão dela estava basicamente apoiada em um tubo acima da cabeça e ela ficou assim por três dias. Isso ajudou com o inchaço e meio que distribuiu o inchaço da mão para o resto do corpo”, contou Jessica.

“Eles estavam preocupados com o fechamento dos rins e essa foi, eu acho, uma das principais preocupações, especialmente depois que ela recebeu alta do hospital. Então, ela teve várias consultas médicas e teve que tirar sangue várias vezes para verificar a função renal. Foi o ponto que mais batalhamos, mesmo depois de recebermos alta”, relata a mãe.

Embora ela tenha perdido alguns momentos divertidos, como a temporada de softball e o último mês de escola, Adalynn se manteve animada, na medida do possível. “Ela estava com medo, mas tentamos ao máximo impedi-la de entender o quão ruim era ou o quão ruim poderia ter sido”, diz a mãe. “Acho que, por conta do tipo de pessoa que ela é, ela percebeu que estávamos todos com tanto medo, que ela estava tentando ser corajosa por nós. Mesmo com toda a dor e sonolência causada pela medicação, ela nos dava sorrisos. Eles não eram necessariamente seus sorrisos felizes, mas mais uma coisa tranquilizadora, de ‘vai ficar tudo bem’”, afirma.

Para Jessica, passar por esse período foi um pouco mais difícil. “Foi extremamente complicado. Todo mundo diz que passar por qualquer coisa com seu filho e que o medo de perdê-lo é a pior coisa que um pai pode experimentar, e é absolutamente verdade. Houve um ponto em que eu estava com tanto medo que, na minha cabeça, eu literalmente senti que não era mentalmente forte o suficiente para sobreviver”, diz ela.

Felizmente, a rede de apoio interveio para ajudá-la a seguir em frente. “O que me deu forças para superar isso e ser aquela pessoa forte para a minha filha foi a oração”, reflete.

Jessica decidiu compartilhar a história no TikTok, para alertar outros pais, que possam viver situações parecidas. “Eu queria que as pessoas soubessem dessa informação. Passaram-se 76 dias até que nos dissessem: ‘Acabamos as trocas de curativos. Você não precisa de nenhuma cirurgia. Você não precisa voltar’. E assim que pudemos respirar, senti que precisávamos ajudar outras pessoas a compreender até que ponto uma dessas picadas de aranha pode levar”, diz.

Ela também espera que os médicos percebam: “Nem sempre há um tamanho único quando se trata de situações médicas, e se um pai está extremamente assustado, com medos e preocupações, você pode fazer algo para fazê-lo se sentir melhor, mesmo que não pareça necessário”, observa.

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“Ela ficou com uma cicatriz bem grande no braço, mas tudo bem. Ela sabe que isso vem acompanhado de uma história maluca e mostra que ela é uma lutadora”, elogia a mãe. “Ela foi selecionada para o time de estrelas do softball e voltou a ser uma garota feliz e saudável, que ajuda a cuidar de seus irmãos mais novos e é uma bênção para todos nós”, completa.

Interior de São Paulo

jovem desaparecida há oito dias é encontrado baleado em cova rasa em estrada rural de Ponta Grossa, diz delegado

“Desde que recebemos notícias do desaparecimento iniciamos as diligências. Trabalhamos no caso inicialmente como sequestro, mas com o avançar das investigações imaginamos que podia ter acontecido o óbito”, afirma Timossi.

Segundo o delegado, no local em que foi encontrado o corpo havia 12 projéteis de arma de fogo.

Interior de São Paulo

Ibitinga São Paulo Van escolar colide com Árvore

Van escolar colide contra árvore e monitora fica presa entre as ferragens

No momento do acidente, não haviam crianças no veículo.

Van escolar colide contra árvore e monitora fica presa entre as ferragens
No momento do acidente, não haviam crianças no veículo.

No momento do acidente, não haviam crianças no veículo.

Fonte e fotos : Portal Ternura

Interior de São Paulo

25 crianças dentro de um carro

Professora é presa após transportar 25 crianças em carro no Uzbequistão
A educadora, que admitiu que transportava os menores regularmente para casa, foi acusada de condução perigosa

Uma professora foi presa por transportar 25 crianças em seu veículo particular, em Bukhara, no Uzbequistão. Autoridades interceptaram o veículo, depois de terem visto várias crianças amontoadas no interior do carro.

Ao todo, 25 crianças estavam dentro do Chevrolet Spark, que tinha capacidade para apenas quatro passageiros. Enquanto três estavam no porta-malas, seis encontravam no banco dianteiro, e os demais no banco traseiro.

imagens viralizaram. A educadora, que admitiu que transportava as crianças regularmente até às suas casas, uma vez que a maioria dos pais tinha dificuldade em ir buscar os filhos à escola, foi acusada de condução perigosa.

Interior de São Paulo

Mulher é queimada viva e morre após término de namoro

Velório de dentista encontrada morta depois de ser violentamente agredida é retomado em Araras depois de corpo voltar do IML

Corpo de dentista Bruna Angleri foi encontrado carbonizado em Araras — Foto: Reprodução/Facebook

Bruna Angleri, de 40 anos, foi encontrada morta carbonizada na casa onde morava. O ex-namorado, que é suspeito do crime, prestou depoimento, negou participação e foi liberado.

Por g1 São Carlos e Araraquara

O velório da dentista que foi assassinada em Araras (SP) foi retomado por volta das 14h30 desta quinta-feira (28), no velório municipal. Agora, o sepultamento de Bruna Angrile, de 40 anos, está previsto para acontecer às 16h30, no Cemitério Municipal.

Durante a manhã, o corpo da dentista retornou ao Instituto Médico Legal (IML) de Limeira para que um exame toxicológico fosse realizado. Com o novo procedimento a Polícia Civil pretende saber se havia alta concentração de gás carbônico na corrente sanguínea da vítima para entender se ela foi queimada enquanto ainda estava viva.

Dezenas de pessoas foram ao velório da dentista Bruna Angreli, em Araras — Foto: Cairo Oliveira/EPTV

Na quarta-feira (27), o corpo da dentista Bruna foi encontrado carbonizado em um condomínio de alto padrão no Portal das Laranjeiras, no Distrito Industrial.

Suspeito do crime, o ex-namorado se apresentou com um advogado no fim da tarde de ontem e durante interrogatório negou envolvimento no crime, que foi registrado como homicídio. O celular dele foi apreendido, e ele foi liberado.

Severamente agredida

Segundo o delegado Tabajara Zuliani dos Santos, a polícia aguarda o resultado de um exame necroscópico para saber exatamente como a vítima morreu.

“Ela foi severamente agredida. O rosto estava completamente deformado por fraturas. Tinha uma costela fraturada”, contou o delegado.

O delegado Tabajara Zuliani dos Santos investiga o caso em Araras — Foto: Reprodução/EPTV

A Polícia Civil informou que trabalha com várias possibilidades e versões.

“O principal suspeito negou integramente os fatos, apresentando um conjunto de álibis que, com o tempo da investigação, vão ser avaliados. No presente momento qualquer tipo de pedido de prisão com o que se tem é prematuro”, afirmou o delegado.

Segundo a Polícia Militar, a mãe da dentista estranhou que a filha não dava notícias. Ela foi até a casa e encontrou a filha morta no quarto, único móvel que estava queimado no cômodo.

A mãe chamou o Corpo de Bombeiros que foi ao local e encontrou o corpo da dentista carbonizado. O corpo dela foi encaminhado ao IML de Limeira.

Irmão de dentista de Araras encontrada morta faz post nas redes sociais dizendo que a ama — Foto: Reprodução/Instagram

Bruna era formada em odontologia e psicologia e exercia o cargo de coordenadora da pós-graduação na São Leopoldo Mandic da unidade de Araras.

A universidade divulgou uma nota de pesar. “Perdemos não apenas uma colega de trabalho, profissional exemplar e competente, como também uma pessoa excepcional e querida por todos que conviviam com ela no ambiente de trabalho. Nossas condolências à família”, diz o texto.

O irmão da dentista usou as redes sociais para mostrar sua tristeza com o crime que tirou a vida da irmã mais velha. “Vou te amar pra sempre!”, escreveu Bruno Angleri, no Instagram.

Fonte: G1

Interior de São Paulo

Homem é condenado por importunação sexual e agressão em Guareí

Pena de dois anos e oito meses de reclusão.

Reprodução: Pixabay.com

A Vara Única de Porangaba condenou um homem por importunação sexual e lesão corporal contra mulher. A pena foi fixada em dois anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado. De acordo com os autos, o réu abordou a vítima em um estabelecimento comercial e passou a assediá-la insistentemente. Incomodada, a mulher deixou o local, mas foi seguida pelo agressor, que tocou em suas partes íntimas e, posteriormente, agrediu-a com um soco no nariz.

Na sentença, a juíza Gabriela Afonso Adamo Ohanian afirmou que a vítima contou os fatos com riqueza de detalhe, corroborados pelo relatório médico. “O relato da vítima é de suma importância para a solução do caso, mesmo por que o crime foi praticado durante a noite, em local ermo, sem a presença de testemunhas”, escreveu.

A magistrada destacou, ainda, que a violência de gênero não se limita aos crimes praticados em situação de violência doméstica e familiar e que não é necessário que o acusado manifeste verbalmente o seu menosprezo à condição feminina. “Basta a observação atenta do comportamento do réu, cuja atuação está subjetivamente pautada pelos estereótipos de gênero”, apontou.

“Parece claro que o réu, inconformado com a repulsa da ofendida às suas investidas sexuais, optou por agredi-la violentamente com um soco no rosto, para além de tê-la perseguido na via pública. O crime não foi apenas praticado contra uma mulher, mas, sim, porque se tratava de uma mulher”, complementou.

O processo tramita em segredo de Justiça. Cabe recurso da decisão.

Interior de São Paulo

cidade de Conchas homem coloca fogo no próprio carro e é socorrido

Homem tenta suicídio ateando fogo ao próprio carro em Conchas

foto: nosso informativo

Um homem atentou contra a vida após colocar fogo no próprio carro em Conchas (SP), na noite desta quarta-feira (20).

Homem tenta suicídio ateando fogo ao próprio carro em Conchas – Foto: Divulgação/Redes sociais

O Corpo de Bombeiros de Laranjal Paulista (SP) atendeu a ocorrência, que foi registrada por volta das 19h30, na praça Júlio Bento Alfredo, Vila Zanin.

Homem tenta suicídio ateando fogo ao próprio carro em Conchas – Foto: Divulgação/Redes sociais

Segundo informações dos bombeiros, o homem teve o seu corpo parcialmente queimado, mesmo tendo sido tirado do veículo já em chamas, pelos moradores.

 

FONTE: Redação LP Informativo

Interior de São Paulo

Castelinho carro capota em botucatu

Carro capota após condutor perder o controle na Castelinho em Botucatu

acontecebotucatu

A Polícia Rodoviária registrou na tarde deste sábado (16) um acidente entre dois veículos na rodovia João Hipólito Martins (SP-209), a Castelinho. O fato ocorreu no km 11, Botucatu sentido Pardinho.

Segundo informações apuradas pelo Acontece Botucatu, um automóvel foi fazer uma ultrapassagem na pista sul. Neste momento o condutor passou em um desnível da pista, perdendo assim o controle.

O veículo foi para o canteiro central, capotou e atravessou a pista. O pneu dianteiro do lado esquerdo se soltou e foi projetado em um caminhão que seguia na pista norte (sentido Botucatu).

O carro modelo Lancer Mitsubishi ficou totalmente destruído. Apesar do susto, o condutor saiu com ferimentos leves.

Fonte : / acontecebotucatu.

 

 

Interior de São Paulo

Treyce investe em carrões de R$ 600 mil e troca Bangu por cobertura perto da praia


Após fazer 18, Treyce investe em carrões de R$ 600 mil e troca Bangu por cobertura perto da praia

Dona do hit ‘Lovezinho’, que estourou no verçao passado, conta como a vida mudou

Ela tem só 18 anos, mas pensa lá na frente. Tracy, a cantora que bombou no último verão com a música “Lovezinho”, não quer ser a garota de um hit só. Mas só com este, ela conseguiu dar um duplo carpado na vida. Para começar, deixou Bangu e hoje mora numa ampla e confortável cobertura no Recreio, pertinho da praia.

Treyce — Foto: rep/instagram

“Mudou muito a minha vida e me deu a chance de ajudar a minha família, retribuir um pouco a quem me ajudou no passado, comprar alguns bens que me dão a garantia de um futuro seguro e conforto para as pessoas que eu amo. As pessoas não têm ideia de como um hit pode transformar a nossa carreira e, principalmente, a nossa vida. Eu sou muito grata a tudo o que Lovezinho me deu”, diz ela, ainda surpresa.

Assim que completou a maioriadade, Tracy tratou de realizar um sonho de consumo: comprar seu primeiro automóvel. O presente, porém, não foi só para ela. A cantora saiu da concessionária com dois carrões, um para ela e outro para a mãe.

Cantora de 18 anos explodiu com “Lovezinho” e mudou a vida

O de Tracy é um Land Rover Discovery, que pode custar R$ 400 mil, e o da mãe é um Jeep Renegade, que pode custar até R$ 200 mil. “Posso dizer que foi um dos itens mais caros que consegui adquirir com a música”, avalia.

Pé no chão, ela quer agora que novos hits aconteçam. “Favela” já está no caminho e deve explodir quando as tempetaturas subirem e a dancinha pegar. Foi assim no ano passado e numa questão de meses tudo mudou na vida da carioca, que quer garantir o futuro da mãe, da avó e dos dois irmãos:

“Claro que ainda não consegui ajudar do jeito que eu queria, mas o pouco que ajudo, já enche o meu coração de gratidão. Mas tenho certeza que conseguirei tudo o que sonho, que ainda vou construir muita coisa para mim e para as pessoas que eu amo, através da minha música e do meu trabalho”.

 

 

 

 

 

Interior de São Paulo

Transição energética está na agenda do Brasil para a COP28, nos Emirados Árabes Unidos

CNI promoveu painel em Brasília para discutir pautas da COP 28 Foto: Fernando Alves/Brasil 61

As principais pautas defendidas pelo Brasil na Conferência das Nações Unidas para o Clima (COP28) são a transição para uma economia de baixo carbono, adaptação à mudança do clima e avaliação do avanço do Acordo de Paris. Esse foi o tema de um dos painéis do evento “Diálogo Pré-COP28: o papel da indústria na agenda de clima”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, na última terça-feira (12).

O secretário substituto de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Aloisio Melo, comentou a agenda brasileira para a COP28, prevista para acontecer de 30 de novembro a 12 de dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

“São vários temas. O primeiro é que tenha um processo de avaliação global sobre o avanço do Acordo de Paris, um processo que seja consistente e que mostre qual é a lacuna em termos de compromisso dos países rumo ao objetivo maior do Acordo de Paris, que é o de manter o aquecimento global limitado a 1,5ºC de forma que os prováveis impactos sejam administráveis. Tem que ser um processo de avaliação robusta que coloque na mesa a necessidade de os países avançarem no sentido de compromissos mais fortes, mais consistentes para que esse objetivo venha a ser atendido”, afirma.

Em 2022, na COP27, o Brasil ratificou os compromissos que foram firmados no Acordo de Paris, de reduzir em 37% suas emissões de gases de efeito estufa até 2025; e em 50% até 2030; além de atingir a neutralidade climática até 2050.

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, destacou a responsabilidade e o protagonismo do Brasil no que diz respeito ao meio ambiente. Ele ressaltou que a biodiversidade brasileira é mais rica do que a da Europa e dos Estados Unidos e que, por isso, não há como comparar, por exemplo, as leis ambientais. Jorge Viana citou ainda qual o principal desafio do Brasil na COP28.

“Qual é o nosso desafio hoje? Voltar para a Europa, voltar para as COPs com a narrativa correta, repondo o Brasil na posição que ele não deveria ter saído, de protagonista desse processo. E eu acho que é esse o desafio da COP28. Chegar com altivez, mas chegar unido. O nosso desafio na COP28 é estarmos juntos”, pontua.

Crescimento verde

Para o embaixador extraordinário para a Mudança do Clima, Luiz Alberto Figueiredo, o combate à mudança do clima abre oportunidades para investimentos e crescimento econômico e social. Ele afirma que um “crescimento verde” vai trazer geração de emprego e renda. Figueiredo destaca a importância do papel de liderança que o Brasil pode desempenhar na COP28.

“A COP28 será um momento de retomada para nós. Um momento em que voltaremos aos grandes palcos da negociação internacional climática, com o que mostrar, com o que dizer e com o sentido de liderança que, ao longo dos anos, soubemos manter exatamente por essa  irmandade de pensamentos entre os vários setores da sociedade brasileira: governo, sociedade civil, Legislativo, Judiciário. Todos temos uma consciência muito clara do que precisa ser feito e todos temos uma consciência muito clara de que o Brasil é um país que lidera”, ressalta.

Indústria

A estratégia para uma economia de baixo carbono defendida pela CNI é estruturada em quatro pilares: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal. De acordo com a entidade, “o objetivo é acelerar a implementação de programas e tecnologias necessários ao avanço rumo à redução de emissão de gases do efeito estufa, no curto e médio prazos, e à neutralidade climática em 2050”.

A diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg, ressalta que a COP28 será palco de importantes debates para a ação climática mundial, como o mercado global de carbono. Ela afirma que a expectativa é que as negociações resultem em ações concretas e equitativas. Messenberg defende ainda a relevância da atuação do Brasil na conferência devido à matriz energética limpa e à biodiversidade do país.

“Precisamos acelerar a descarbonização de forma responsável, permitindo, ao mesmo tempo, o acesso à energia para todos, promovendo desenvolvimento sustentável   e apoiando a transição justa. O Brasil tem um papel fundamental nesse processo. Buscamos alcançar uma economia mais resiliente, que valorize nossa biodiversidade com a geração de oportunidade de investimentos mais bem direcionados para o crescimento econômico sustentável”, argumenta.
Fonte: Brasil 61