Interior de São Paulo

Prefeitura apura conduta de professor após denúncia de agressão em escola municipal de Tietê

Segundo o boletim de ocorrência, uma aluna, de sete anos, teria batido a cabeça ao ser jogada em uma cadeira pelo professor. Caso ocorreu na Emeb ‘Professora Carlina Alves de Lima’, em 13 de abril.

A Prefeitura de Tietê (SP) instaurou uma sindicância para apurar a conduta de um professor que teria agredido uma aluna de sete anos na Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) “Professora Carlina Alves de Lima”, no Centro.

O caso aconteceu no dia 13 de abril. No entanto, a apuração foi confirmada pela administração municipal somente nesta quarta-feira (29). De acordo com o boletim de ocorrência, a menina teria batido a cabeça ao ser jogada em uma cadeira pelo professor.

A mãe da criança foi até a unidade escolar para buscá-la no fim do dia letivo e a encontrou chorando. Ao ser questionada, a menina respondeu que a cabeça teria acertado o trinco da porta, gerando um hematoma na região.

Ainda conforme o boletim, a mulher alega que tentou conversar com o professor no dia do ocorrido, mas não conseguiu. Um outro pai também teria ido à escola e reclamado de uma situação semelhante à diretoria.

Nas redes sociais, o prefeito de Tietê, Júnior Regonha (PL), publicou que recebeu as mães da unidade e afirmou estar à disposição. Além disso, ele reforçou que a apuração da conduta do professor será rigorosa, com o objetivo de esclarecer o ocorrido.

“Diante de um episódio muito triste ocorrido na nossa educação, referente a imputações de agressão de um professor a alunos em sala de aula, me coloco à disposição de todas. Queremos uma educação baseada no respeito, na segurança e na paz, onde o principal objetivo seja ensinar e aprender”, pontua.

Em nota enviada ao g1, a Secretaria de Educação também afirmou que recebeu toda a documentação referente à denúncia e acionou os órgãos competentes para a apuração da suposta agressão. Além disso, a pasta pontuou que o professor continuará afastado até o fim das investigações, sem afetar o calendário letivo dos alunos.

“Com o objetivo de garantir uma investigação responsável, transparente e criteriosa, o professor foi afastado temporariamente de suas atividades, como medida preventiva, até a conclusão das apurações. A turma permanece com atendimento regular, sob responsabilidade de professora substituta, assegurando a continuidade do processo pedagógico sem prejuízo aos alunos”, diz a nota.

Fonte: G1

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