Menina morta e concretada em Itapetininga foi enterrada viva, diz laudo
Criança de 5 anos foi encontrada em cova rasa na casa onde vivia com o padastro e a mãe
O laudo necroscópico de Maria Clara, menina de cinco anos enterrada e concretada nos fundos da casa onde morava com a mãe e o padrasto, em Itapetininga (SP), indica que a criança morreu por asfixia mecânica por soterramento. O casal está preso e confessou o crime.

Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos
Reprodução
O laudo necroscópico de Maria Clara, menina de cinco anos enterrada e concretada nos fundos da casa onde morava com a mãe e o padrasto, em Itapetininga (SP), indica que a criança morreu por asfixia mecânica por soterramento. O casal está preso e confessou o crime.
A menina foi encontrada morta no dia 14 de outubro de 2025, após o pai e integrantes do Conselho Tutelar registrarem um boletim de ocorrência por desaparecimento, o que levou à investigação da Polícia Civil. Na época, o padrasto teria indicado o local onde o corpo estava, em uma cova rasa, com o estado de decomposição avançado.
No laudo do Instituto Médico Legal (IML), divulgado na terça-feira (28/04), é apontada a presença de terra na traqueia da vítima, o que indica que ela ainda respirava após ser enterrada.
Além disso, foi identificado traumatismo craniano, compatível com agressões anteriores à ocultação do corpo.
Com o resultado do exame, a mãe e o padrasto devem participar de uma audiência de instrução, marcada para o dia 19 de maio, quando será definido se o casal vai a júri popular pela morte de Maria Clara.
Fonte: Band TV

